quarta-feira, novembro 29, 2006


" Todas as coisas têm o seu tempo e tudo o que existe debaixo dos céus tem a sua hora ".
Ecle, 3-1
Assim aceitar, mas resistir. Os dias, as coisas, as gentes. Tão longe e ainda tão perto, sempre, a " feira cabisbaixa " do O'Neil. O quotidiano, aqui, como ali, imutável. Acordamos tistes e assim nos deitamos. Moribundos. Nós, como tudo. A inveja, vírus nacional. Redundantes. Iguais, demasiado iguais. Resta fechar janelas e portas e ficar. Partindo. Imune, teimosamente, a pressões, intimidações, insultos ou chantagens. Frontal, pronto a pagar sempre o preço de quem ama. Disso vai falando o Amadis. (
Clicar ). O outro, a si próprio. Deixo o festim dos abutres para outros. Gosto de sair de casa a sorrir. E buscar sorrisos. Se ainda os houver. ( Gostem, ou não, este blogue merece ser visto. Aqui ).